A Culpa Nunca Foi Das Estrelas

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Incrível como somos levados a imputar a outrem a culpa por algo de ruim que nos acontece… Só de ruim, porque nas coisas boas o mérito é quase sempre nosso. Nossas atitudes nos afastam das pessoas que nos querem bem e as culpamos de nos terem abandonado. Algo vai mal em nossa vida e logo buscamos alguém para culpar. Idealizamos demais e praticamos de menos. Fazemos mil planos, mas nossas atitudes não condizem com o resultado que almejamos. Querer apenas, não basta. Para alcançarmos nossos objetivos é preciso mais… É preciso ação, porque a vida recompensa quem vai à luta… Quem se dedica… Quem não se esconde atrás dos medos… Quem sabe exatamente o quer da vida. Aquele que tem planos, mas não tem atitude está fadado a fracassar e a colher as mesmas frustrações de sempre. E na verdade, quem quer fazer alguma coisa acontecer, não arruma desculpa, simplesmente encontra uma forma de fazer. Então, que no ano que se inicia, tenhamos novas atitudes, maior determinação em colocarmos em prática nossos ideais e que ao final do ano, não busquemos culpados por isso ou por aquilo. Somos nós os responsáveis pelo direcionamento da nossa vida. Assim como a culpa pelos nossos fracassos também só cabe a nós e não aos outros… Muito menos às estrelas.
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Um Ano Difícil, Mas…

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Mais um ano chega ao fim… Muitos hão de dizer que foi um ano difícil… Um ano de tragédias… De decepções… Um ano para esquecer… Será??? Se pensarmos um pouquinho não encontraremos motivos para comemorarmos? Afinal de contas, se foi um ano complicado e conseguimos chegar ao seu final ainda que aos frangalhos, no mínimo somos fortes e persistentes. Somente isso já seria motivo mais que suficiente para nos alegrarmos. Suportar dias difíceis, semanas tensas, meses de desilusões, de fato, pode nos desgastar. Certamente merecemos dias melhores… Momentos mais leves… Mas passar por tudo isso e seguir de cabeça erguida nos faz ainda mais fortes do que já éramos quando o ano começou. Ademais, em meio a tantos momentos ruins, com certeza tivemos outros tantos que fizeram a vida valer a pena. Um emprego digno, um encontro inesperado, um sorriso cativante, uma crítica sincera, novas amizades, quem sabe um novo amor… Enfim, se tivemos motivos para lamentações, também tivemos motivos para sorrir. De mais a mais, mesmo que tenhamos mil motivos para lamentar, só precisamos de um motivo para mantermos a fé e a esperança em dias melhores: Estamos VIVOS e cada vez mais FORTES. Então, que comece mais um ano e com ele nossa fé se renove e nossa esperança siga viva. Dias melhores virão, apesar de todos os pesares.

Elucubrações Natalinas

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Sempre me comove a época de Natal. As pessoas se mostram solidárias, felizes, amorosas umas com as outras. Vivemos por alguns dias como legítimos cristãos… Como verdadeiros seres humanos. A vida assim é tão mais doce e leve que chega a emocionar. Mas também nessa época sempre acontece algo que me intriga. Uma pergunta que não se cala em meio ao barulho dos fogos de artifício: Será que somos incapazes de mantermos o espírito natalino para além do ano novo???? Quem sabe se passarmos a associar o Natal ao AMOR eterno de Cristo em vez da bondade efêmera de papai noel…

 

Desistir Não Deve Fazer Parte Dos Nossos Planos

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Poderia ter sido somente mais uma corrida, mas ela se transformou em mais uma lição de vida… As condições climáticas estavam super favoráveis e eu estava bem animado pra correr. O que eu não contava é que aquela distensão muscular de dias atrás voltasse a incomodar antes de eu completar um terço da prova. Foi nesse momento que eu comecei a fazer um paralelo entre a corrida e a vida. Muitas vezes desistimos dos nossos objetivos em face dos primeiros obstáculos. Na vida é assim que acontece. Muitas vezes buscamos desculpas para não seguirmos na busca do que queremos e optamos por desistir dos ideais. Iniciei aquela corrida em um ritmo bem lento, seguindo as orientações do médico que me atendera no início da semana. Tão logo percebi que a perna suportaria, aumentei um pouco o ritmo. Talvez tenha feito a escolha errada… Mas não daria pra voltar atrás… Precisava assumir as consequências da minha escolha. A dor chegou e à medida que eu corria ela só aumentava. Faltavam ainda dois terços da prova, mas eu nenhum momento me passou pela cabeça desistir. Procurei ajustar as passadas de forma que a dor ficasse o mais suportável possível, ao mesmo tempo em que buscava forças e motivos pra seguir… E fui seguindo, com dor… Mas com uma vontade enorme de cruzar a linha de chegada. Cada quilômetro percorrido aumentava meu desejo de continuar. A dor continuava e certamente provocava expressões em meu corpo que eram perceptíveis aos demais corredores. Alguns até proferiam palavras de incentivo, outros ignoravam, outros faziam cara de piedade e pode ser até que alguns zombassem, ainda que silenciosamente. Daí me veio a segunda lição, porque na vida também acontece assim: As pessoas que convivem com você podem te ajudar, te ignorar, podem ter pena, podem te julgar um herói ou um fracassado e podem até zombar de você, mas ninguém a não ser você mesmo sabe a medida da sua dor nem o tamanho da força que você carrega no peito. Por volta do décimo segundo quilômetro minha vontade era tão grande que em alguns momentos eu nem sentia a dor. Provavelmente ela estava forte, mas focar no meu objetivo me fazia gigante e me dava a confiança necessária pra continuar. Aproximar da reta final e completar a prova proporcionou um gosto indescritível de superação e de poder que não existe premiação que pague. As lições aprendidas eram mais que suficientes para eu não me arrepender de nada do que foi feito. A corrida acabou, mas a vida continua e com ela mais essa lição, a de que desistir não deve fazer parte dos nossos planos. As dores continuaram logo após o término da corrida, mas vão acabar nas próximas horas ou dias, assim como nossos problemas acabarão somente quando não mais vivermos. Então, porque desistir dos nossos ideais se sempre teremos obstáculos em nosso caminho?

Atitude!!!

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Um sorriso estampado no rosto ajuda muito. Mas ele deve ser espontâneo e verdadeiro e não deve ser utilizado apenas para transmitir uma falsa sensação de que estamos bem. Qual o problema se não for possível sorrir o tempo inteiro? Todos nós  passamos por problemas de vez em quando. Ninguém passa incólume por esse turbilhão chamado VIDA. Em alguns momentos nos sentimos amados e valorizados. Em momentos assim carregar um sorriso no rosto não é tarefa muito difícil. Acontece que nem sempre nos sentimos assim. Às vezes algumas pessoas nos fazem sentir como se fôssemos a pior pessoa do mundo. Nesses momentos nos sentimos extremamente fragilizados. Mas é justamente nessa hora que precisamos buscar forças que até desconhecemos que temos… Mas temos… Em momentos assim o sorriso é dispensável. Se for possível, contenha o choro, mas se a barra estiver pesada demais, não se importe em derramar algumas lágrimas. Mas lembre-se de que ATITUDE é  essencial. Não podemos permitir que alguém interfira negativamente em nosso bem estar. Quando algo conspirar contra nossa felicidade precisamos assumir o leme e direcionar nosso barco e escolher entre a FELICIDADE e a amargura. Não importa se passaremos por tempestades ainda mais fortes. Não interessa se algumas pessoas nos virarem as costas. Não importa se morreremos na praia. O que interessa é que fizemos uma escolha… Que fizemos o melhor que podíamos… Que tomamos uma atitude!!! Porque são nossas ações e não as dos outros que determinarão o quão largo e verdadeiro será nosso sorriso.