Choices

Escolhas

At some points in live it is necessary for we to reavaliate some day to day situations, even the most simple and ordinary. Some questions believed to be small and insignificant are usually neglected by many, don’t receive the necessary attention and end taking proportions that we would not like, and could be, sometimes, get out of control, or causing distress to us. What I mean is that we must be watchful to the smallest signs of alarm and take steps to make changes that live requires from us from time to time. Usually us, human beings, are a little bit resistant to changing our direction in our lives. But the fact is that we don`t have everything under our control, and almost always things happens in ways alien to our will. There are moments in which we need to make choices, and always when possible, we choose the obvious way, one that is easier. These are those beaten ways for the most people, and exactly because of that, end delivering us to the same places, and that not rarely makes us frustrated people. There are moments, however, that live requires that we make the choices ourselves. There are situations in which only we may decide about which way we will choose, and what destiny we will give to our lives. To not run the risk to become a loser, you have two options: Make the right choice, or make that your choice be the right one. Don’t forget that taking no decision, letting others take them for you, and frustrate yourself with that, is also a choice. For that not to occur, don’t shy away to taking decisions when they are necessary. Reflect about your live and what you want from it. Take the right and timely decisions and be yourself the manager of your life. Make your decisions well, because, in the end, you will be their result.

 

Ps.: Texto traduzido pelo amigo Daniel Castro. O original encontra-se aqui.

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Pelo direito à “fraquezas”

fraqueza

Como já disse em outras ocasiões, penso ser extremamente difícil conviver com nossos medos. Ultimamente, porém, tenho me interpelado sobre outros “fantasmas” não menos assustadores: Nossas fraquezas. Como é difícil conviver com elas. Precisamos a cada dia, provarmos ao mundo que somos pessoas fortes. Que somos seres infalíveis e inabaláveis. Que não podemos tropeçar ou hesitar ao tomarmos nossas decisões. Que não podemos fraquejar nem mesmo nos momentos mais duros. Para os homens então, a sociedade é ainda mais implacável. Para este grupo, ficar desempregado, por exemplo, é quase o fim do mundo. No nosso caso, sensibilidade não é lá muito aceitável. Brochar é algo inaceitável. Significa a desmoralização total. Não temos, sequer, o direito a chorar… Homem que é homem não chora. Foi ouvindo esta frase que passei meus tempos de menino e, inacreditavelmente, mesmo já na fase adulta, jamais presenciei uma lágrima escorrer pelo rosto do meu velho pai. O mais estranho é que somente agora, debruçado em minhas reflexões, paro para pensar em quanto choro meu velho pai deve ter “engolido” pra manter o status de homem forte ou simplesmente, o status de homem, porque, certamente, não só na cabeça dele, mas na cabeça de muitos, homem tem necessariamente que ser forte e, portanto, não pode chorar. Contrariando a regra, choro copiosamente só de pensar no sofrimento que tal imposição provocou no meu velho. Tenho absoluta certeza de que eu mesmo, ao longo da minha trajetória nem sempre condizente com os preceitos ensinados pelo velho, teria sido causador de muitas lágrimas. Lágrimas que jamais vi brotar, pois se elas existiram, foram derramadas às escondidas, longe da presença de quem quer que fosse. Lamentavelmente meu pai não se permitiu tal “imperfeição”. Passados tantos anos de choro contido, de “fraqueza” não permitida, é em nome desse “choro engolido” do meu velho, que reivindico o direito de assumirmos nossas fraquezas…De chorarmos até cansar ou até que não existam mais lágrimas… De sermos pessoas falíveis, porque afinal de contas, somos humanos e, portanto, seres normais como tantos outros. Grito pelo direito a quebrarmos o protocolo e a não termos que ser fortes o tempo inteiro, mas somente algumas vezes. Reclamo ao direito a receber flores e sermos paparicados sem que sejamos chamados de maricas. Apelo também para termos direito a sermos pessoas sensíveis, sem sermos mal interpretados. Por fim, reclamo até ao direito de darmos uma brochadazinha de vez em quando sem que nossa fama de garanhão seja ameaçada. E que nossas fraquezas sejam perdoadas, porque se pensarmos direito, concluiremos que a maior fraqueza de alguém é ter necessariamente que ser forte.

“”Conselhos””

conselho

Como já dizia o velho dito popular: Conselho se fosse bom, não seria dado, seria vendido. Ainda assim, atrevo-me a listar alguns bem simples. Segui-los é apenas uma questão de escolha, pois cabe a cada um direcionar sua vida de acordo com suas próprias convicções. Afinal de contas existem pessoas que gostam de curtir a vida plenamente, outros, porém, preferem simplesmente passar pela vida, cumprindo tabela. Simples questão de escolha. Ei-los:

Viva como se fosse um sonho.
Sonhe como se fosse verdade.
Brinque como se fosse criança.
Dance como se fosse folia.
Sinta como se fosse um orgasmo.
Relaxe como se fosse pra sempre.
Namore como se ele fosse um príncipe.
Tolere como se ele fosse perfeito.
Queira como se fosse o último desejo.
Perdoe como se fosse preciso.
Tente como se fosse possível.
Sorria como se fosse comédia.
Solte-se como se fosse voar.
Voe como se fosse o vento.
Cante como se fosse um pássaro.
Crie como se fosse artista.
Creia como se fosse o óbvio.
Comemore como se fosse um gol.
Brilhe como se fosse estrela.
Ame como se não fosse doer. Continuar lendo

Felicidade

feliz

Coisa que eu sempre achei assim meio intrigante é a felicidade. Intrigante e misteriosa, mas nem por isso indecifrável. Recorro-me à mística frase egípcia: “Decifra-me ou te devoro” e trato logo de revelar o que há de tão misterioso nessa que em tese, deveria ser o objetivo principal de todos. Confesso que descobri a felicidade por acaso, como que por acidente, mas tudo bem… Dizem que as grandes descobertas e invenções se deram por mero acaso… Não seria eu a querer lutar contra a corrente. Assim ela se apresentou e eu a recebi de braços abertos. A história é bem simples, tão simples que chega a ser ridícula, mas juro que foi assim mesmo que aconteceu. Era um dia comum, de um janeiro qualquer. Como de costume, eu fazia atividades físicas na orla da lagoa da Pampulha. Quando me preparava para voltar pra casa, ao chegar perto do meu veículo, me deparei com uma cena um tanto quanto hilária. Em um veículo próximo ao meu, um senhor tentava, atabalhoadamente, trocar um dos pneus que havia furado. Observei a cena enquanto fazia alongamento e percebi que aquele homem, embora mantivesse a serenidade, estava tão atrapalhado que me pareceu bastante óbvio que não conseguiria atingir seu objetivo nem que continuasse ali durante vários dias. Aproximei-me e percebi que ele não utilizava uma chave adequada. Puxei conversa e ele me disse que estava preocupado com o horário da prova da filha que, acompanhada por ele, viera do interior de São Paulo, tentar uma vaga na Universidade Federal de Minas Gerais. Ofereci ajuda e utilizando a chave de rodas do meu carro, em alguns minutos nossa tarefa estava concluída e ele estava pronto para acompanhar sua filha pra fazer a prova de vestibular. Conversamos mais alguns minutos e nos despedimos. No caminho de volta pra casa, percebi uma sensação diferente. Sensação boa de ter feito algo bom para uma pessoa que muito provavelmente jamais encontraria novamente. Ajudei e não receberia nada em troca. Naquele momento eu não tinha ainda, a dimensão de como aquele evento mudaria de maneira definitiva, alguns conceitos que carregava comigo até então. Passados já alguns anos, vejo que naquele dia, se não recebi nada em troca daquela minha nobre atitude, por causa dela descobri dentro de mim um tesouro. Sim, naquele dia descobri que o grande tesouro almejado por todos e encontrado por poucos, reside dentro de cada um de nós. Ele se manifesta de maneiras diversas, às vezes tão singela que normalmente não o percebemos. A esse tesouro resolvi chamar FELICIDADE. Desde então aprendi que a felicidade é algo inato e habita no interior de cada um. Cabe a nós, fazê-la aflorar. Em alguns ela pode se manifestar em grandes realizações ou em grandes conquistas materiais, e não há absolutamente nada de errado nisso. Mas foi naquele dia que descobri que a felicidade é possível, independentemente de grandes feitos. Ela pode se fazer também nas pequenas coisas e em pequenos gestos. Naquele dia descobri que a FELICIDADE é muito mais acessível do que eu jamais poderia ter imaginado.