Pérdidas inevitables

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La vida se hace de planes y de acasos, de vitorias y de conquistas, pero, esencialmente, ella es hecha de pérdidas. Cada segundo que pasa son preciosos momentos que se van sin cualquier posibilidad de retorno. Es como si la vida nos escurriera  despacio por entre los dedos. Cada día que vivimos, son días que perdemos de nuestras vidas. Son días que no viviremos más. Son días a menos que tendremos para mostrarnos al que venimos en esta vida. No hay, por lo tanto,  cualquier motivo para lamentarnos las pérdidas que ocurren a lo largo de nuestra vida. Ellas son inevitables y son partes integrantes de la vida de cualquier persona. Perdemos mucho tiempo lamentando, por ejemplo, la pérdida de un ente querido, de una persona amada que por motivos aleatorios ya no está a nuestro lado. Lamentamos hasta mismo la pérdida de bienes materiales, como si la falta de esos bienes nos costara la propia vida. Cuando lamentamos la pérdida de alguien que nos gusta mucho, lo que hacemos es, justamente, reconocer que las cosas se pasan exactamente del modo como debería. Si lamentamos es porque esta persona marcó de alguna manera nuestra vida. Las personas se van, pero queda la certidumbre de que el sentimiento fue vivido, aun que a veces no haya sido demostrado o mismo percibido en el tiempo cierto, pero lo que vale es que él existió y modificó positivamente nuestra vida. Las pérdidas son tan inevitables como necesarias en nuestras vidas, pues con ellas aprendemos a valorar los sentimientos verdaderamente importantes. Con las pérdidas es que aprendemos como debemos conducir nuestras acciones… que nuestros amores deben ser vividos hasta el agotamiento… aprendemos que necesitamos vivir cada minuto de la mejor manera posible, haciendo fluir el amor y la benevolencia. Debemos hacer que nuestras acciones eternícense de tal forma que seamos rememorados de modo afectuoso cuando ya no estuviéremos por acá. Tal vez esta sea la manera más efectiva de alcanzarnos el milagro de la vida eterna que tanto deseamos, eternizando el amor producido por nuestras acciones.

 

Ps.: Texto traduziu pela amiga Maria da Consolação Pereira. O original você encontra aqui.

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Culpar os outros é a “melhor” saída

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Impressionante como nós, seres humanos, temos dificuldade de assumir nossas próprias falhas e nossas próprias fraquezas. A capacidade que temos de culpar o outro pelo nosso fracasso e pelos nossos infortúnios é realmente de se admirar. Quando ocorre de não termos a quem culpar, imputamos a culpa ao destino ou ao acaso, mas dificilmente a nós mesmos. A minha sucessão de jogadas erradas no jogo de buraco com amigos ontem à noite foi o que decretou nossa derrota, e não a falta de sorte como eu tentei justificar e convencer a minha parceira. Se a energia que gastei tentando convencê-la de que havia feito tudo certo fosse utilizada corretamente, o resultado do jogo poderia ter sido outro e eu não precisasse tentar me explicar. A sorte até existe e aparece de vez em quando, mas ela sempre estará do lado de quem for mais competente… De quem tomou as melhores decisões… De quem fez as coisas certas, na hora certa. Costumo dizer que na vida temos duas chances de fazermos as coisas darem certo: Tomar a decisão certa, ou fazer com que a decisão tomada seja a decisão certa. Um excelente exercício é experimentar parar de culpar os outros ou o acaso pelos erros que são somente nossos. Procure utilizar sua energia naquilo que está fazendo e que tenha real importância em sua vida. Haverá sempre um “deus” conspirando a seu favor. Se Você fizer as coisas certas, da maneira que devem ser feitas e no momento mais oportuno, tudo tende a sair da maneira correta. Procedendo assim, sempre haverá um “deus” ao seu lado e a sorte irá sorrir para você, e não duvide, o mérito terá sido somente seu.

Somos pura energia

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Não se surpreenda quando acontecerem aquelas típicas situações em que você sente forte atração ou repulsão por alguém que sequer conhece ou que viu pela primeira vez. Situações similares acontecem com mais frequência do que podemos imaginar, é que às vezes nem mesmo as percebemos e em muitos casos nem nos damos conta de nossas próprias sensações. Esta “atração” positiva ou negativa, em maior ou menor intensidade acontece somente porque somos seres essencialmente espirituais e carregados de pura energia. Obviamente essa troca energética é muitas vezes prejudicada por questões sociais que, sem que tenhamos consciência, nos são impostas e acabamos por criar certos rótulos e direcionar de forma um tanto quanto mecânica e com menos naturalidade, nossas relações com as pessoas. Nossas escolhas, preferências e afinidades são muitas vezes, ditadas meramente por interesses pessoais e pela relação de trocas materiais ou troca de favores e nos esquecemos da nossa verdadeira essência. Somos seres iluminados e devemos buscar basicamente o amor e nos preocuparmos menos com as coisas materiais. Precisamos, para o bem da perfeita sintonia entre os seres humanos, nos despirmos das máscaras e dos rótulos sociais e nos deixarmos interagir basicamente pelos sentimentos puros e que realmente importam: O amor, a bondade, a generosidade, a gratidão, a paz… Precisamos difundir a ideia de que as relações não devem ser motivadas pelos interesses materiais e basicamente sociais, mas pelo simples desejo de fazer fluir sentimentos positivos. Procedendo assim, conseguiremos minimizar ou mesmo eliminar todas aquelas relações das quais não necessitamos, que são as relações interesseiras. Nossas ações se tornarão mais efetivas e nossas relações mais afetivas e sinceras, criando condições propícias para difundirmos os bons sentimentos e fazermos florescer somente o que de fato nos interessa: O amor e a benevolência entre as pessoas.

A vida são apenas momentos

 

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A grande magia da vida reside em sua imprevisibilidade e inconstância. Recorrentemente ela nos apresenta situações que não esperávamos e para as quais não estávamos preparados. Cada dia que nasce pode nos trazer coisas boas, mas também pode nos apresentar surpresas nada agradáveis, e convêm que estejamos preparados para quando isso acontecer. Não raras vezes passamos anos a fio nos planejando para determinada situação e quando menos esperamos somos surpreendidos por algo que não estava no nosso roteiro. Normalmente quando isso acontece nos desesperamos e por vezes perdemos o chão, imaginando que tudo está perdido. É verdade que não podemos escolher como as coisas acontecerão em nossa vida, mas com certeza, podemos definir a maneira que iremos reagir a elas. Não é pelo simples fato de nos ter ocorrido momentos de dor ou de insucesso que precisamos, necessariamente, de sofrer por causa deles. A vida machuca, mas também traz o conforto e a sabedoria para aprendermos a superar os obstáculos e até de crescermos com eles. Tudo é apenas uma questão de experiência e aprendizagem. Desespero, angústias, desilusões e lamentações não ajudarão em nada quando algo der errado em nossa caminhada. O que irá nos ajudar a superar os problemas e desafios é a certeza de saber que nada na vida é eterno. Assim como existem o inverno e o verão; a noite e o dia; o sol e a chuva; o calor e o frio, existem também a tristeza e a alegria; o bem e o mal; a chegada e a partida; a vitória e a derrota. Cada momento na vida tem seu próprio enredo e não precisamos nos desesperar e querer que a vida se transforme em algo estanque. Isso não irá acontecer até porque a própria vida não teria qualquer sentido se assim fosse. A vida consiste em momentos bons e momentos ruins. Momentos alegres e momentos tristes. Momentos de choro e momentos de risos, mas são apenas momentos. Assim como seria ingenuidade pensarmos que nossos momentos alegres se tornarão eternos; quando passarmos por momentos de angustias, precisamos aceita-los e entender que estes também serão passageiros. O que precisamos fazer é continuar nossa caminhada. Precisamos continuar navegando, às vezes contra o vento, às vezes a favor dele, mas não podemos jamais deixar o barco à deriva, ou pior ainda, lançar a âncora e desistirmos de nossos objetivos.

Pense um pouquinho em você mesmo

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Há algum tempo penso em escrever alguma mensagem especialmente para você. Sim, para você que de repente, como que cansado das desilusões do mundo, baixou a guarda, entregou suas armas e simplesmente desistiu de viver. Cada dia que te olho percebo em você um esforço hercúleo em tentar demonstrar para os outros que isso não é verdade… Você gasta toda a sua energia (a pouca que ainda lhe resta) para mostrar ao mundo que tudo está na perfeita ordem, que tudo está bem. Uma nova carreira, novas conquistas materiais, novos investimentos… É possível e, até provável, que aqueles que não te conhecem de perto acreditem e mais, até invejem sua vida. Em um mundo em que normalmente as aparências ditam as regras, e a essência fica esquecida, isso é bem compreensível. Mas meu caro, aqui entre nós não precisamos de segredos nem cerimônias. Somos amigos e isso é mais que suficiente para que eu invista alguns minutos e dirija essas palavras até você. Cara; pare e pense um pouco em você… EM VOCÊ!!! Esqueça tudo e todos à sua volta. Pense em você!!! Esqueça o mundo ao seu redor. Pense em você!!! Imagine que continuando desse jeito, muito em breve todo esse fardo que hoje você se orgulha de carregar sozinho nas costas vai continuar existindo, porém, com uma diferença sutil: Você não estará mais aqui para saber como todas essas coisas e pessoas pelas quais você morreu, sobrevivem normalmente sem você. Pense nisso e acorde pra vida… Pra vida de verdade.

Perdas inevitáveis

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A vida se faz de planos e de acasos, de vitórias e de conquistas, mas, essencialmente, ela é feita de perdas. Cada segundo que passa são preciosos momentos que se vão sem qualquer possibilidade de retorno. É como se a vida nos escorresse lentamente por entre os dedos. Cada dia que vivemos, são dias que perdemos de nossas vidas. São dias que não viveremos mais. São dias a menos que teremos para mostrarmos ao que viemos nessa vida. Não há, portanto, qualquer motivo para lamentarmos as perdas que acontecem ao longo de nossa vida. Elas são inevitáveis e são partes integrantes da vida de qualquer pessoa. Perdemos muito tempo lamentando, por exemplo, a perda de um ente querido, de uma pessoa amada que por motivos aleatórios já não está ao nosso lado. Lamentamos até mesmo a perda de bens materiais, como se a falta de tais bens nos custasse a própria vida. Quando lamentamos a perda de alguém de quem gostamos, o que estamos fazendo é, justamente, reconhecendo que as coisas aconteceram exatamente da forma como deveria ter sido. Se lamentamos, é porque essa pessoa marcou de alguma forma a nossa vida. As pessoas se vão, mas fica a certeza de que o sentimento foi vivido, mesmo que às vezes não tenha sido demonstrado ou mesmo percebido no tempo certo, mas o que importa é que ele existiu e modificou positivamente a nossa vida. As perdas são tão inevitáveis quanto necessárias em nossas vidas, pois com elas aprendemos a valorizar os sentimentos verdadeiramente importantes da vida… Com as perdas é que aprendemos como devemos conduzir nossas ações… Que nossos amores devem ser vividos à exaustão… Aprendemos que precisamos viver cada minuto da melhor maneira possível, procurando fazer fluir o amor e a benevolência. Devemos fazer com que nossas ações se eternizem de tal forma que sejamos lembrados de maneira afetuosa quando já não estivermos por aqui. Talvez esta seja a maneira mais efetiva de atingirmos o milagre da vida eterna que tanto almejamos, eternizando o amor produzido por nossas ações.

Direcionando sua própria vida

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De repente chega um tempo em que você já não direciona seus próprios caminhos. Sem que você tenha se dado conta, sua vida acontece alheia à sua vontade. Como um torcedor sentado na arquibancada enquanto o jogo se desenrola vorazmente dentro de campo, você se contenta em torcer para que as coisas saiam de uma maneira ao menos aceitável. Você olha para trás e nem mesmo consegue ver desde quando as coisas estão dessa maneira. Só sabe que já não manuseia o leme que direciona sua vida. Discorda de quase tudo que acontece ao seu redor, mas não tem energia suficiente pra mudar quase nada. Seu barco navega ao sabor da maré, ou pior ainda, o leme por você abandonado, foi ocupado por outras pessoas, que aproveitando-se da sua omissão, dão à sua vida, a direção que bem querem. Dia desses ouvi dizer que a vida da gente é como um grande teatro. Nada mais certo… Mas já há algum tempo você deixou de ser o ator principal e pior, optou em se sentar na plateia enquanto o grande espetáculo acontece. Não perca mais tempo se sentindo feliz apenas em ver a vida acontecer à sua frente. Entre em campo…suba no grande palco… Seu time pode até perder de goleada ou o enredo do seu filme ser um tanto quanto bisonho e sem sentido, mas você não pode abdicar ao direito de jogar o jogo ou escrever o filme da sua vida segundo suas próprias convicções. A decisão é somente sua e de mais ninguém.